Mobilidade Urbana Ônibus

GO: Governo de Goiás divulga nota informando que Metrobus não deixará de atender cidades na Região Metropolitana

Foto: Metrobus/Reprodução

Na semana passada, a estatal informou que deixaria de operar as linhas para as cidades de Senador Canedo, Goianira e Trindade


O Governo de Goiás, por meio de sua Secretaria de Comunicação, divulgou nesta terça-feira (25/06/19) uma nota em que esclarece sobre a operação do Metrobus. O Executivo desmentiu a informação divulgada semana passada pela estatal, que informou a intenção de deixar de operar as linhas para as cidades de Senador Canedo, Goianira e Trindade.

De acordo com o Governo, “houve uma precipitação por parte da empresa no envio da solicitação”. Por fim, o Executivo tranquiliza os moradores destas cidades ao afirmar que a operação nelas será continuada. 

Confira a nota na íntegra:

A Secretaria de Comunicação do Governo de Goiás informa que, em momento algum, o governador autorizou a retirada das linhas da Metrobus das extensões do Eixo Anhanguera. Houve uma precipitação por parte da empresa no envio da solicitação. Não há, com isso, motivos de preocupação para a população das regiões de Goianira, Trindade e Senador Canedo em relação ao assunto, uma vez que não haverá cortes de linhas atendidas pela Metrobus nestas localidades.

Metrobus anuncia saída de três cidades goianas

No útlimo dia 20, o Metrobus informou que deixaria o chamado “trecho estendido” para os municípios de Senador Canedo, Goianira e Trindade. De acordo com a estatal, as linhas nesses locais seriam devolvidas para as empresas que são “donas” do trecho.

“A decisão de não mais operar as extensões surgiu da necessidade de se equilibrar as contas da Companhia, pois a operação estendida aumentou drasticamente as despesas, especialmente com pessoal, combustível, peças e pneus, vez que a linha passou de 13,8 km para mais de 70km”, justificou a Metrobus.

E eles prosseguiram: “somente no ano passado foram 23 milhões de reais de aporte do Governo do Estado para garantir o custeio da empresa. Essa não é obrigação do acionista majoritário, por isso a necessidade de retorno à operação somente na linha que lhe foi concedida”.

BSB Mobi

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